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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Capa da edição de setembro/2014


Expectativa carioca e capixaba para o início dos Jogos Olímpicos



Mais alto, mais rápido, mais forte. A cada quatro anos, atletas do mundo inteiro se dirigem para uma cidade pré-determinada pelo Comitê Olímpico Internacional para disputar os Jogos Olímpicos. Diversas modalidades esportivas são disputadas tendo em vista esportes aquáticos, terrenos, de força, velocidade, destreza e resistência como a maratona.
A prática dos Jogos Olímpicos e sua bandeira com cinco anéis de cores diferentes que representam os cinco continentes têm como princípio a paz, a amizade e o bom relacionamento entre os povos assim como o espírito olímpico.

Origem dos Jogos Olímpicos
Foram os gregos que criaram os Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C., os gregos já faziam homenagens aos deuses, principalmente Zeus, com realização de competições. Porém, foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos, de forma organizada e com participação de atletas de várias cidades-estado.
Atletas das cidades-estados gregas se reuniam na cidade de Olímpia para disputarem diversas competições esportivas: atletismo, luta, boxe, corrida de cavalo e pentatlo (luta, corrida, salto em distância, arremesso de dardo e de disco). Os vencedores eram recebidos como heróis em suas cidades e ganhavam uma coroa de louros.
Além da religiosidade, os gregos buscavam através dos Jogos Olímpicos a paz e a harmonia entre as cidades que compunham a civilização grega. Mostra também a importância que os gregos davam aos esportes e a manutenção de um corpo saudável.
No ano de 392 d.C., os Jogos Olímpicos e quaisquer manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após converter-se para o cristianismo.
Jogos Olímpicos da Era Moderna
No ano 1896, os Jogos Olímpicos são retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido com o barão de Coubertin. Nesta primeira Olimpíada da Era Moderna, participaram 285 atletas de 13 países, disputando provas de atletismo, esgrima, luta livre, ginástica, halterofilismo, ciclismo, natação e tênis. Os vencedores das provas foram premiados com medalhas de ouro e um ramo de oliveira.

Jogos Olímpicos e Política
Houve apenas três momentos na história que abalaram a prática e a disputa dos Jogos Olímpicos, que foram a Segunda Guerra Mundial, o assassinato de atletas judeus em Berlim, e o boicote americano aos Jogos na Russia.
As Olimpíadas, em função de sua visibilidade na mídia, serviram de palco de manifestações políticas, desvirtuando seu principal objetivo de promover a paz e a amizade entre os povos. Nas Olimpíadas de Berlim (1936), o chanceler alemão Adolf Hitler, movido pela idéia de superioridade da raça ariana, não ficou para a premiação do atleta norte-americano negro Jesse Owens, que ganhou quatro medalhas de ouro. Nas Olimpíadas da Alemanha em Munique (1972), um atentado do grupo terrorista palestino Setembro Negro matou 11 atletas da delegação de Israel. A partir deste fato, todos os Jogos Olímpicos ganharam uma preocupação com a segurança dos atletas e dos envolvidos nos jogos.
Em plena Guerra Fria, os EUA boicotaram os Jogos Olímpicos de Moscou (1980) em protesto contra a invasão do Afeganistão pelas tropas soviéticas. Em 1984, foi a vez da URSS não participar das Olimpíadas de Los Angeles, alegando falta de segurança para a delegação de atletas soviéticos.


Os Jogos no Continente Americano
Pela primeira vez na história dos Jogos Olímpicos, uma cidade sediada no continente sul-americano receberá todas as delegações do mundo para os Jogos Olímpicos, que acontecerá em 2016, na cidade do Rio de Janeiro.
Dois anos após a realização da Copa do Mundo de Futebol, o Brasil finalmente terá a chance de sediar outro evento esportivo de magnitude internacional, e de quebra, alguns meses depois os Jogos ParaOlímpicos, onde os atletas brasileiros vem se destacando há muitos anos, e conquistando muito mais medalhas do que os atletas de elite do esporte nacional.
Nesse ponto, vale destacar que o Estado do Espírito Santo, pela proximidade com o Estado do Rio de Janeiro, e por características muito parecidas com a dos cariocas e fluminenses terá também chances de abrigar delegações internacionais como a do triatlo australiano e possivelmente algumas delegações de canoagem esportiva, dada as características de navegabilidade da Baía de Vitória.
A hora está chegando, e o Jornal O Popular e a Revista Gaivotas Up!, passam a partir desse número, a publicar uma série de reportagens mostrando todas as modalidades esportivas que serão disputadas no Rio de Janeiro em 2016.


Você sabia?
- No ano de 1916, as Olimpíadas deveriam ocorrer na Alemanha. Porém, em função da Primeira Guerra Mundial, os Jogos Olímpicos foram cancelados.
- Em função da Segunda Guerra Mundial, os Jogos Olímpicos de 1940 e 1944 também foram cancelados.
- Críquete, golfe e cabo-de-guerra já foram esportes olímpicos no começo do século XX. Nas Olimpíadas de 1920 (Antuérpia - Bélgica), o tiro ao pombo também fez parte do quadro de jogos olímpicos.
- O lema olímpico "Citius, altius, fortius" (mais rápido, mais alto e mais forte) foi proposto por Pierre de Coubertin em 1894. Porém, o lema só foi oficialmente introduzido nas Olimpíadas de Paris de 1924.

Vale lembrar:
- No ano de 2007, ocorreu, na cidade do Rio de Janeiro, outro evento esportivo internacional de grande importância: Os Jogos Pan-Americanos.
- No ano de 2008, as Olimpíadas foram realizadas na cidade de Pequim (China) e contou com a participação de atletas de 205 países.
- Entre 27 de julho e 12 de agosto de 2012, ocorreram as Olimpíadas de Londres.
- Em 2016, as Olimpíadas ocorrerão na cidade do Rio de Janeiro.
- Em 2020, as Olimpíadas ocorrerão na cidade do Tóquio (capital do Japão).

As Mascotes das Olimpíadas
O que são e para que servem
As Mascotes Olímpicas são personagens criados para representar os jogos olímpicos de uma forma descontraída e animada. Geralmente representam aspectos importantes da cultura do país sede. São muito utilizados para divulgar o evento nos meios de comunicação.

As Mascotes das Olimpíadas
- Waldi (cão Dachshund) - Olimpíadas de Munique de 1972
- Amik (castor) - Olimpíadas de Montreal - 1976
- Misha (urso) - Olimpíadas de Moscou - 1980
- Sam (águia) - Olimpíadas de Los Angeles - 1984
- Hodori (tigre) - Olimpíadas de Seul - 1988
- Cobi (cachorro) - Olimpíadas de Barcelona - 1992
- Izzy (boneco) - Olimpíadas de Atlanta - 1996
- Syd, Olly e Millie (ornitorrinco, pássaro kookaburra e equidna) - Olimpíadas de Sydnei - 2000
- Athena e Phevos (pessoas) - Olimpíadas de Atenas - 2004
- Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying e Nini (cinco personagens para representar os arcos do símbolo olímpico) - Olimpíadas de Pequim - 2008
- Wenlock e Mandeville (duas gotas de aço) - Olimpíadas de Londres 2012


O que é, cores e significado
A bandeira olímpica é o mais importante símbolo das Olimpíadas Modernas.  Ela é formada por cinco anéis de cores diferentes (azul, vermelho, preto, amarelo e verde) entrelaçados e localizados no centro da bandeira. Esta bandeira representa a universalidade do olimpísmo (espírito olímpico, ética no esporte, união através do esporte).
A bandeira possui fundo branco e os anéis representam os cinco continentes habitados no mundo. As seis cores, contando com o branco, aparecem em todas as bandeiras dos países em 1896 (Primeira Olimpíada da Era Moderna realizada em Atenas).

História da bandeira
A bandeira olímpica foi criada por Pierre de Coubertin no ano de 1913. Ela foi apresentada pela primeira vez no Congresso Olímpico de 1914, realizado em Paris.

Cerimônia de hasteamento

A bandeira olímpica é hasteada na cerimônia de abertura das Olimpíadas. Ela é levada, na posição horizontal, ao estádio olímpico por atletas e hasteada em um mastro. Enquanto a chama olímpica queima no estádio ela permanece hasteada. Na cerimônia de encerramento a bandeira é recolhida e entregue ao prefeito da cidade sede das Olimpíadas para os jogos seguintes.

Boxe brasileiro retorna da Polônia com dois Ouros


O Boxe Olímpico brasileiro conquistou duas medalhas de Ouro no Leszek Drogsz Memorial, realizado na Polônia. O Brasil foi o único representante sul-americano no torneio que reuniu 92 boxeadores de 14 países.
Carlos Rocha foi o primeiro brasileiro a subir no ringue. Ele encarou o norte-americano I´Rico Quinn na disputa pela medalha de ouro da categoria galo (56kg). Depois de uma luta dura e muito disputada, Carlos venceu Quinn por 2:1 e faturou a medalha de ouro. Na semifinal, o capixaba venceu o húngaro Norbert Kalucsa por 3:0.
Neste mês de setembro, o Boxe Olímpico Masculino brasileiro conquistou três medalhas de Ouro e duas de Bronze em dois torneios europeus de altíssimo nível: o Magomed-Salam Umakhanov Memorial realizado na Rússia; e o Leszek Drogsz Memorial disputado na Polônia.   O resultado positivo serve de motivação para que a Confederação Brasileira de Boxe continue trabalhando duro com o objetivo de manter o nosso Boxe Olímpico entre os melhores do mundo.

Além de Carlos Rocha o Brasil esteve representado nestes dois torneios pelos atletas: Julião Neto (52kg); Joedison Teixeira (64kg) e Cosme Nascimento (+91kg). A equipe técnica foi composta por: Otílio Toledo e Mateus Alves.

19 coisas que pessoas negativas sempre fazem

Se você trabalha usando pensamento positivo, vai conseguir ser alguém feliz

Ninguém está sempre feliz e todos têm dias ruins. Mas, às vezes, a extrema negatividade pode ser evitada e, assim, melhorar seu humor. Em recente artigo para o Business Insider, Hillary White comenta sobre as atitudes que as pessoas infelizes costumam ter e que deveriam abolir imediatamente. "Se você trabalha usando pensamento positivo sobre si mesmo e os outros ao seu redor, vai conseguir ser alguém feliz", diz ela.

Confira uma lista de 19 coisas negativas que você deveria parar de fazer:
1 - Preocupar-se com coisas que não podem ser mudadas
"Pessoas negativas têm tendência a pensar no que poderia ter acontecido na vida, mas é importante não se preocupar com coisas que não podemos mudar. Deveríamos aprender com nossos erros e tentar fazer melhor na próxima vez. Podemos até ficar felizes por termos cometido alguns erros", diz Hillary.
2 - Desistir quando algo fica difícil
Pessoas negativas e infelizes sempre vão desistir no meio do caminho ao encontrarem um desafio. É fácil pular fora quando algo parece perdido, mas perseverar através das dificuldades quase sempre trará bons resultados. "Desistir vai fazer você se sentir derrotado. Não importa como acabe, enfrentar as dificuldades aumenta a confiança", explica Hillary.
3 - Levar-se a sério demais
Ter a capacidade de relaxar e rir de si mesmo e do absurdo que pode ser a vida vai transformar o modo de olhar as coisas ao seu redor.
4 - Não se exercitar
Exercitar-se tem inúmeros benefícios mentais e físicos. Quanto mais exercícios você faz, melhor você vai se sentir consigo mesmo e provavelmente irá fazer você seguir um estilo de vida mais saudável. Levar uma vida sedentária trará efeitos negativos para o humor, saúde e felicidade.
5 - Focar-se em objetivos impossíveis
"Ter objetivos é importante, afinal, é a única forma de fazer algo. Porém, pode ser um problema quando os objetivos que damos a nós mesmo são impossíveis de serem realizados. Apesar de acharmos que tentar alcançar as estrelas é bom, pessoas que sempre buscam metas inalcançáveis sempre se sentirão desapontadas. A chave é montar diversos e pequenos objetivos para si mesmo, o que vai fazer você se sentir realizado ao alcançá-los e ultrapassá-los", diz Hillary.
6 - Alimentar-se de comidas que não são saudáveis
Todos têm prazeres que trazem culpa e sempre faz bem sair vez ou outra do regime. Porém, pessoas infelizes deixam essas saídas virarem a regra. Comidas saudáveis melhoram o humor, dão mais energia e são benéficas para a saúde.
7 - Não dormir o suficiente
Dormir é essencial. O quanto você dorme está diretamente ligado à sua produtividade e felicidade no dia seguinte. "Você pode achar que aquela hora extra é uma boa ideia, mas uma boa noite de sono deve ser prioridade", diz Hillary.
8 - Focar-se apenas em suas fraquezas
"Todos nós temos inseguranças", afirma Hillary. A chave está em focar no que temos de bom e não nos defeitos. "Auto-aperfeiçoamento é importante, mas pessoas negativas focam demais nas suas fraquezas em vez de se preocuparem em ter uma imagem positiva. Reconhecer as fraquezas é diferente de deixar elas tomarem conta das nossas atitudes", completa.
9 - Passar tempo demais nas redes sociais
"Esse é um dos maiores problemas! Hoje em dia as pessoas deixam toda sua vida online. Primeiro, isso nos faz passar tempo demais nos comparando aos outros. É uma boa ideia passar um tempo longe da tela do computador e ter novas perspectivas de atividades para o dia. Pessoas negativas se preocupam demais com a forma como elas aparecem na internet para as outras pessoas, o que trará um efeito negativo para como elas mesmas se enxergam", comenta Hillary.
10 - Ficar em sua zona de conforto
É fácil querer ficar na zona de conforto, onde é mais seguro e não existem riscos. Mas passar tempo demais nessa zona faz com que grandes coisas não aconteçam. Tédio é um grande fator para a infelicidade, o que pode ser facilmente combatido com novas experiências. Não precisa largar tudo e ir saltar de paraquedas, mas só a ideia de provar uma nova comida, ou escutar uma música de uma banda que você não gosta já pode trazer um pouco do novo.
11 - Preocupar-se com o que outras pessoas pensam
"Pessoas negativas ligam demais para a opinião dos outros. No fim das contas, nada pode ser feito para agradar a todos, então faça apenas o que faz você feliz", explica Hillary.
12 - Fofocar e sempre falar mal dos outros
De acordo com Hillary, se você não tem algo bom a dizer, simplesmente não diga. Pessoas negativas tentam trazer outras pessoas para baixo para que se sintam melhores e isso nunca funciona.
13 - Trabalhar em excesso
"Todos merecem um dia de descanso. Pessoas que trabalham demais geralmente negligenciam suas necessidades, e às vezes tudo o que precisamos para nos sentirmos melhores é um dia de folga", diz Hillary.
14 - Isolar-se
Apesar de parecer mais fácil apenas se isolar das pessoas nos momentos difíceis, passar tempo com os amigos e a família é a melhor maneira de revigorar as energias.
15 - Nunca sair da rotina
Pessoas felizes sabem que é importante tirar férias, usar uma roupa diferente, tirar um dia só para relaxar. Atitudes negativas em excesso fazem você esquecer que tomar conta de si mesmo é tão importante quanto tomar conta dos outros.
16 - Acomodar-se
"Pessoas negativas ficam felizes em se acomodar", comenta Hillary. "Seja um relacionamento que não as faz felizes ou um trabalho, manter-se assim nos faz pensar que nossas vidas estão estagnadas", diz.
17 - Recusar-se a perdoar
Pessoas negativas tendem a ser vingativas e guardar mágoas, mas a liberdade e a paz que perdoar vai trazer é um benefício bem maior que qualquer tristeza que alguém possa fazer você sentir.
18 - Evitar planejamento e organização
"Desorganização pode confundir nossas vidas. Mesmo que seja algo simples, como limpar um quarto, restaurar a ordem pode ajudar a ganhar um senso de controle sobre as coisas. Pessoas negativas e que evitam organização e planejamento estão menos preparadas para as reviravoltas da vida", diz Hillary.
19 - Focar apenas em si mesmo

Enquanto se preocupar com você é essencial, pessoas infelizes e negativas pensam apenas em si mesmas a todo o tempo. Tratar os outros mal ou sempre focar em si mesmo ou seus próprios problemas pode ser prejudicial para o bem-estar e felicidade.

Aprovada criação de frente de apoio ao setor imobiliário


A Assembleia Legislativa aprovou pedido para a criação da Frente Parlamentar de Apoio ao Mercado Imobiliário, iniciativa do deputado Esmael de Almeida (PMDB). O objetivo é estimular a ampliação de políticas públicas para o desenvolvimento do setor, por meio da elaboração de projetos legislativos,  promoção de audiências públicas e debates na Casa legislativa sobre temas de interesse.
O requerimento para formação da frente foi lido na sessão ordinária de terça-feira (16). A proposta foi encaminhada à secretaria para que seja providenciado o ato de criação. O pedido foi elaborado com base no artigo 17, inciso XXXIV, parágrafo 2º do Regimento Interno da Casa. De acordo com o texto de formação da frente, está prevista uma atuação conjunta com a sociedade civil, apoiando as políticas públicas, os programas e as ações governamentais e não governamentais.
 “A criação da frente se justifica pela abertura desse espaço institucional e direto dos profissionais do mercado imobiliário com o Poder Legislativo, para o debate e encaminhamento das questões inerentes às atividades pertinentes”, afirma o deputado no requerimento. Segundo o parlamentar, à frente “caberá à responsabilidade e a missão de fazer convergir os interesses da sociedade brasileira aos dos empreendedores e profissionais do setor imobiliário”.
Metas
Incentivar novas linhas de financiamento para a casa própria;
Valorizar os profissionais que atuam no mercado imobiliário;
Promover a defesa dos consumidores;
Garantir o acesso de famílias de menor renda nos programas de habitação do governo estadual;
Incentivar a regularização dos terrenos urbanos destinados a construção de moradias populares;
Propor, interferir, colaborar e acompanhar todos os assuntos ligados ao mercado imobiliário, visando sempre o aperfeiçoamento e a justiça;
Articular ações para a extinção dos terrenos de marinha; e
Apoiar políticas do governo que visem à desoneração do mercado imobiliário.
Anna Beatriz Brito/Web Ales

(Reprodução autorizada mediante citação da Web Ales)

CARTA DO ZÉ COCHILO a roça) PARA SEU COLEGA LUIZ (da cidade)



SÓ RINDO MESMO!!!
Leiam até o final. É interessante e verdadeiro.

A carta a seguir - tão somente adaptada por Barbosa Melo -,
foi escrita por Luciano Pizzatto que é engenheiro florestal,
especialista em direito sócio ambiental e empresário,
diretor de Parque Nacionais e Reservas do IBDF-IBAMA 88-89,
detentor do primeiro Prêmio Nacional de Ecologia.


Prezado Luis, quanto tempo.
Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão e que por isso o sapato sujava.
Se não lembrou ainda, eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite. De madrugada o pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra, né Luis?
Pois é. Estou pensando em mudar para viver aí na cidade que nem vocês. Não que seja ruím o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos aí da cidade. To vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente.
Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro de uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança.
Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou, deve ser verdade, né Luís?
Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né), contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou.
Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana, aí não param de fazer leite. Ô, os bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário?
Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encompridar uma cama, só comprando outra, né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca.
Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luís, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelos fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo.
Depois que o Juca saiu, eu e Marina (lembra dela, né? Casei) tiramos o leite às 5 e meia, aí eu levo o leite de carroça até a beira da estrada, onde o carro da cooperativa pega todo dia, isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora.
Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pra fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos, as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não vai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luís, aí quando vocês sujam o rio também pagam multa grande, né?
Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios aí né?
Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luís? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora! Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa.
Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vir fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo, aí eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foram os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso.
 Tô preocupado, Luís, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia. Vou para a cidade, aí tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos.
Eu vou morar aí com vocês, Luís. Mas fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Aí é bom que vocês é só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem plantar, nem cuidar de galinha, nem porco, nem vaca, é só abrir a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça.
Até mais Luis.
Ah, desculpe, Luís, não pude mandar a carta com papel reciclado, pois não existe por aqui, mas me aguarde até eu vender o sítio.


(Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o quanto o tratamento ambiental é desigual e discricionário entre o meio rural e o meio urbano.)

98 parentes disputam a Câmara Federal



Antônio Augusto de Queiroz*

Uma pesquisa efetuada pelo DIAP – Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar constatou que 98 parentes de deputados federais e senadores disputam 98 vagas no Congresso.
De acordo com a lista apresentada pelo jornalista Antônio Augusto de Queiroz não há nenhum capixaba, mas estados das outras regiões do Brasil apresentam número elevado de candidatos. 
Para Antônio Augusto o grande número de parentes concorrendo é uma demonstração de que os partidos, os movimentos sociais e as escolas não investiram em formação política e cívica, capaz de motivar pessoas com vocação para a liderança e o exercício de cargos públicos. Esse déficit de quadros políticos favorece a continuidade da circulação no poder, numa espécie de transferência hereditária do poder entre as famílias.

O grande número de parentes concorrendo é uma demonstração de que os partidos, os movimentos sociais e as escolas não investiram em formação política e cívica, capaz de motivar pessoas com vocação para a liderança e o exercício de cargos públicos. Esse déficit de quadros políticos favorece a continuidade da circulação no poder, numa espécie de transferência hereditária do poder entre as famílias.
O DIAP, em levantamento destinado à definição de prognóstico para a futura composição do Congresso, identificou 98 candidatos à Câmara dos Deputados que tem relação de parentesco de primeiro grau com políticos tradicionais e/ou influentes nos estados.
Esclareça-se, desde logo, que a relação de parentesco não desqualifica ninguém para concorrer, especialmente se o postulante tiver militância política, experiência ou preparo para o exercício de mandatos. O problema aparece quando o candidato-parente é lançado para manter feudos eleitorais, substituir candidatos ficha suja ou para evitar que outras forças políticas assumam o poder na unidade da Federação.
Feita a ressalva, registre-se que o número de parentes candidatos nestas eleições é muito maior do que este levantamento indica, já que inclui apenas os candidatos mais competitivos à Câmara dos Deputados. Nele não constam os laços familiares ou parentescos de terceiro grau nem inclui candidatos a outros cargos, como os de deputado estadual, senador, governador ou vice, senador ou suplente de senador.
O grande número de parentes concorrendo é uma demonstração de que os partidos, os movimentos sociais e as escolas não investiram em formação política e cívica, capaz de motivar pessoas com vocação para a liderança e o exercício de cargos públicos. Esse déficit de quadros políticos favorece a continuidade da circulação no poder, numa espécie de transferência hereditária do poder entre as famílias.
É urgente uma mudança cultural para que os partidos, em lugar de escolher apenas parentes de políticos ou puxadores de votos, sem qualquer compromisso programático ou ideológico, escolham pessoas vocacionadas, guiadas por princípios republicanos e comprometidas com o programa, a doutrina e a ideologia dos partidos.
Atualmente os partidos políticos são estimulados a escolher pessoas com perfil de puxadores de votos para a Câmara dos Deputados – como parentes, endinheirados ou celebridades – para assegurar maior espaço no horário eleitoral gratuito, cujo tempo é calculado com base na bancada eleita, ou para aumentar os recursos do fundo partidário, que é calculado com base no número de votos obtidos para a Câmara dos Deputados.
A tradição de lançar parentes não é apenas uma prática das regiões menos desenvolvidas do País como as Norte e Nordeste, ilustradas pelos exemplos a seguir: Marfisa (PSD-AC), esposa do senador Sérgio Petecão; Arthur Bisneto (PSDB-AM), filho do ex-senador e atual prefeito de Manaus, Arthur Virgílio; Mário Negromonte Jr (PP-BA), filho do ex-ministro das Cidades, Mário Negromonte; Pedro Cunha Lima (PSDB-PB), filho do senador Cássio Cunha Lima; e Walter Alves (PMDB-RN), filho do senador licenciado e atual ministro da Previdência, Garibaldi Alves.
Também nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul existem muitos exemplos ilustrativos dessa prática, como segue: Daniel Vilela (PMDB-GO), filho do ex-governador e ex-senador Maguito Vilela; Joaquim Roriz Neto (PMN-DF), filho da deputada federal Jaqueline Roriz e neto do ex-governador Joaquim Roriz; Newton Cardoso Jr, filho do deputado federal Newton Cardoso; Clarissa Garotinho (PR-RJ), filha do deputado federal Garotinho; Marco Antônio Cabral (PMDB-RJ), filho do ex-governador Sérgio Cabral; Bruno Covas (PSDB-SP), filho do ex-governador Mário Covas; Luis Antônio Covatti (PP-RS), filho do deputado federal Vilson Covatti; e Pizzolatti Neto (PP-SC), filho do deputado federal João Pizzolatti.

Em 2013 ocorreram manifestações populares por mudanças na política mas, em lugar de reduzir o número de parentes candidatos, houve sim um aumento. Para alterar essa prática atrasada e antirrepublicana de dificultar a alternância no poder, com a indicação de parentes para disputar os cargos de representação política, só com mudança de cultura, investimento em formação cívica e reforma política.

Proposta proíbe cobrança de taxa para inspeção veicular


A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7373/14, do deputado Augusto Coutinho (SDD-PE), que proíbe cobrança de taxa para inspeção veicular. O deputado argumenta que o Código de Trânsito (Lei 9.503/97) não trata do assunto, deixando estados e municípios livres para optarem pela cobrança ou não do tributo.
Em São Paulo, por exemplo, os proprietários já tiveram de pagar R$ 47,44 como taxa para inspeção. O pagamento foi posteriormente revogado e os motoristas tiveram direito ao reembolso do valor. Os veículos reprovados na inspeção e aqueles emplacados fora da cidade de São Paulo, no entanto, continuam sujeitos à taxa.
 “Há relatos que em alguns municípios o cidadão pode pagar até duas taxas no exíguo prazo de 30 dias”, afirma Coutinho.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:

PL-7373/2014

Projeto limita a 2% multas aplicadas às microempresas e às de pequeno porte


A Câmara dos Deputados analisa uma proposta que limita a 2% as multas aplicadas à microempresa e às empresas de pequeno porte. O Projeto de Lei Complementar 351/13, do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), determina que esse limite seja aplicado a todos os tipos de multas previstas para empresas desse porte (Lei Complementar 123/06).
Segundo o texto, quando a empresa não comunicar sua exclusão do Simples Nacional , a multa será correspondente a 2% do total de impostos e contribuições devidos. Atualmente, esse valor é de 10%.
Já a empresa que apresentar a declaração de imposto de renda com incorreções ou omissões será submetida à multa de 0,2% ao mês (hoje esse valor é de 2%), que incidem sobre o montante dos impostos informados na declaração. Se não entregar ou o fizer fora do prazo, a multa será limitada a 2%. Atualmente, esse limite é de 20%.
O texto estabelece ainda que o empresário que deixar de prestar as informações no sistema eletrônico de cálculo, ou que as prestar de maneira errada ou com omissões, estará sujeito à multa de 0,2% ao mês, incidentes sobre os impostos decorrentes das informações prestadas. No caso de ausência de prestação de informação ou da prestação fora do prazo, o limite será de 2%. Os valores atuais são de 2% e de 20% respectivamente.
INSS
A indenização ao INSS para aquele que queria contar como tempo de contribuição o período de atividade remunerada, deverá conter além dos juros previstos, multa de 2%. Atualmente, a multa prevista é de 10%.
A proposta também limita as multas de mora e de ofício para o Imposto de Renda, para o ICMS e para o ISS em 2%. Nesse caso, a lei atual não prevê limite para esse tipo de multa.
Segundo o deputado Eduardo da Fonte, a legislação tributária brasileira precisa melhorar o cotidiano dos empreendedores. Para ele, é necessário que sejam tomadas medidas urgentes para retomar o processo de desburocratização no País, racionalizando e simplificando os procedimentos de abertura e legalização de empresas e reduzindo as obrigações tributárias.
 “As micro e pequenas empresas representam cerca de 98% das empresas constituídas e são responsáveis por 53% dos empregos formais. Todavia, atualmente, 58% das empresas não sobrevivem após o quinto ano. Por isso, a redução do custo Brasil é essencial para mudar esse quadro”, explica o parlamentar.
Tramitação
O projeto, que tramita em regime de prioridade, será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.
Íntegra da proposta:

PLP-351/2013

Proposta prevê meia-entrada para doadores de sangue


A Câmara dos Deputados analisa projeto que permite a meia-entrada em eventos públicos de cultura, esporte e lazer para doadores regulares de sangue. A proposta (PL 7254/14), do deputado Alexandre Leite (DEM-SP), determina que tanto no ato da compra do ingresso, como no momento de entrada no evento, seja exigida a identificação oficial de doador regular de sangue.
De acordo com o texto, são doadores regulares de sangue aqueles assim identificados pelos hospitais e bancos de sangue oficiais.
Segundo o deputado Leite, o objetivo da proposta é reconhecer e premiar os doadores. “Essa proposta vai incentivar a doação periódica de sangue. E todos sabem o significado e o impacto que isso terá em hospitais e bancos de sangue, sempre necessitados desse precioso bem”, afirmou o parlamentar.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Cultura; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:

PL-7254/2014

PEC veda recondução a cargo nas mesas dos legislativos estaduais e municipais


A alternância no poder está diretamente ligada aos princípios republicanos e democráticos. Esse é o argumento do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) para defender a vedação à recondução ao mesmo cargo nas mesas de assembleia legislativa e câmara municipal na eleição imediatamente subsequente (PEC 69/2011). A proposta está pronta para ser votada na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), onde conta com o apoio do relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO).
Na justificação do projeto, o autor lembra a proibição constitucional à recondução para o mesmo cargo da mesa da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Vital, no entanto, lamenta que essa realidade não seja reproduzida nas assembleias legislativas e nas câmaras municipais. Segundo o senador, as constituições estaduais e as leis orgânicas, em regra, são omissas com relação à vedação da reeleição ou até mesmo contêm dispositivos expressos que a asseguram sem qualquer limite.
O resultado dessa situação, diz Vital, é a disseminação em diversas casas legislativas da prática de sucessivas reeleições das mesas, acarretando “a indesejável apropriação do controle do Poder Legislativo estadual e municipal por determinados segmentos políticos por longos períodos”. Assim, a falta de normas termina comprometendo os padrões de definição de prioridades de votação, a implementação de procedimentos fiscalizatórios e o atendimento das demandas populares.
Vital lembra que já houve tentativa, via Supremo Tribunal Federal (STF), de fazer valer a norma do Congresso Nacional para as outras casas legislativas. No entanto, a matéria não avançou, pois no entendimento do Supremo o regramento não se constituía em princípio constitucional que justificasse sua aplicação obrigatória nos estados e municípios. Para Vital, sua proposta é uma forma de “eliminar a brecha existente”, vedando expressamente esse tipo de recondução.

No relatório, Raupp aponta que a falta de limites à recondução nas mesas legislativas resulta “no encastelamento de grupos na direção dos Poderes Legislativos, estaduais e municipais”. Segundo o relator, “nada mais correto do que estender o preceito da norma constitucional às assembleias legislativas e às câmaras municipais, evitando, dessa forma, a perpetuação de grupos políticos no poder”.

Projeto destina dinheiro arrecadado com multas para a saúde


Os investimentos públicos na área da saúde podem ganhar o reforço de uma fonte de arrecadação muito lucrativa: as multas de trânsito. Um projeto em análise na Comissão de Constituição, justiça e Cidadania (CCJ) propõe que parte do dinheiro coletado com as multas seja obrigatoriamente investida em programas federais de saúde pública.
O PLS 327/2003, de autoria do ex-senador Demóstenes Torres (DEM-GO), tem voto favorável do relator e aguarda votação na CCJ. Ele modifica o Código Brasileiro de Trânsito, determinando que um mínimo de 5% da receita arrecadada através da cobrança de multas de trânsito seja revertido para o Fundo Nacional de Saúde – que financia programas e ações do Ministério da Saúde.
Vale dizer que esse montante deve ser considerado à parte dos investimentos obrigatórios da União em saúde. Ou seja, a administração pública não poderia considerar essa nova fonte de verbas como parte do orçamento anual para a saúde. O dinheiro proveniente das multas teria que ser, com efeito, um reforço.
Originalmente o projeto estabelecia que o dinheiro fosse destinado diretamente a unidades de atendimento e beneficiasse prioritariamente a pesquisa e tratamento de doenças e lesões do aparelho locomotor. A relatora, senadora Lídice da Mata (PSB-BA), apresentou um substitutivo transformando o fundo em principal beneficiário.
"A assistência aos acidentados do trânsito envolve serviços diversos e em diferentes níveis de atenção. Incumbe ao gestor de saúde alocar recursos nessa rede de serviços de acordo com as prioridades locais e com as particularidades de cada região", argumenta a senadora, justificando a modificação proposta.
Lídice observa que esse projeto não é o primeiro a tentar dar uma destinação específica para a cobrança de multas, e que a saúde é frequentemente lembrada como favorecida.
"Essa ideia baseia-se no pressuposto de que o produto da arrecadação das multas aplicadas aos que praticam irregularidades no trânsito, dando origem aos acidentes, deve também ser utilizado para aliviar a pressão sobre os hospitais públicos, os principais responsáveis pelo atendimento às vítimas", explica a senadora.
Agência Senado 

Saúde elabora Plano de Contingência da Dengue 2015


O Plano de Contingência é um documento elaborado com o objetivo de dar uma resposta às epidemias de dengue.

A Saúde de Vila Velha iniciou atividade para elaboração do Plano de Contingência da Dengue para o ano de 2015. A primeira reunião ocorreu no último dia 17 (quarta-feira), no auditório da Secretaria de Saúde.
Em pauta foram apresentadas as novas matrizes do plano, o direcionamento das revisões dos textos e o agendamento das próximas reuniões para cumprir os prazos estabelecidos pela Regional e pela Secretaria de Estado da Saúde.
A previsão é que o Plano de Contingência da Dengue para o ano de 2015 seja finalizado em um mês. Em seguida, foi apresentado para aprovação ao Conselho Municipal de Saúde e, posteriormente, divulgado para a população.

Participaram da elaboração do plano técnicos das áreas da Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária, Vigilância Ambiental, Central Farmacêutica, Centro de Controle de Zoonoses, APS, Comunicação, Regulação, Urgência e Emergência, Educação Permanente e Mobilização Social.

Central Semafórica ajuda na melhoria da mobilidade urbana


Pelo telefone 3149-7322, o cidadão pode registrar reclamações e informar problemas no sistema semafórico,

A Central Semafórica Municipal faz parte da estrutura da Secretaria de Transporte e Trânsito da Prefeitura de Vila Velha e funciona como ferramenta para a ordenação do trânsito na cidade.
Da Central é possível acompanhar, por meio de 48 câmeras espalhadas pela cidade, o que acontece em 74 cruzamentos, entre eles, os localizados em Coqueiral de Itaparica, Itapuã, Praia da Costa, Centro, São Torquato e Glória, onde se encontram os trechos mais críticos relacionados ao grande fluxo de veículos.
Já o controle remoto dos semáforos, por meio da Central Semafórica, é realizado em aproximadamente 80% dos 170 cruzamentos semafóricos de Vila Velha, cuja comunicação com a central é feita via cabo.
A Central permite à Prefeitura agilizar o trabalho de manutenção dos semáforos e de melhorar a administração e ordenamento dos tempos semafóricos, que são monitorados em tempo real.
 “Antes da implantação do projeto, a equipe semafórica precisava circular toda a cidade para verificar problemas técnicos nos sinais eletrônicos de trânsito. Agora esse trabalho de monitoramento é feito com o apoio da Central, o que deu muito mais agilidade ao procedimento”, informa o secretário de Transporte e Trânsito, Romário de Castro.

Uma equipe técnica, de segunda-feira a domingo, ainda faz o monitoramento nas ruas. O horário de funcionamento da Central Semafórica é de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. Pelo telefone (27) 3149-7322, o cidadão pode registrar reclamações, informar problemas no sistema semafórico e dar sugestões.

Coluna Poucas & Boas






O capixaba usuário da linha telefônica da GVT vive um dilema, toda vez que ele tenta ligar para outro número fixo uma voz gravada interrompe a ligação e diz que o número não existe, Haja paciência para agüentar isso. Além do mais, muita gente deve estar mesmo é com saudades das antigas ‘teles” pois nessa época não havia esse problema

O consumidor deve ficar muito atento com as falsas promoções das lojas dos shoppings. Dia desses um consumidor  ficou irado ao entrar numa loja ver o preço das mochilas que estava convidativo ao preço de “a partir de R$ 25,00”, mas ao chegar no caixa constatou que as mochilas custavam R$ 99,00. Que promoção é essa? Alô Procon! Vamos averiguar isso!

Pelo visto o capixaba parece que não sabe ler ou não enxerga. Pois em um cartório civil da cidade, todos os usuários retiravam suas senhas sem ao menos observar que a máquina localizada na entrada do cartório era apenas para clientes preferenciais em um cartaz na cor vermelha. Já as senhas para os clientes normais, em cor azul estava do outro lado da entrada.

Fico curioso de observar que o capixaba tem preguiça de ler. Tantos são os usuários do Transcol que nos terminais urbanos do Centro e de Itaparica, entram nos ônibus e fazem questão de perguntar ao trocador qual o itinerário do ônibus. Ué e a placa localizada no Terminal? E os letreiros do ônibus servem para quê?

Na luta da implantação de um ônibus do sistema Transcol até Setiba, vi que um vereador de Vila Velha, tremendo cara-de-pau, teve a audácia de dizer que a linha foi regulamentada graças a um projeto dele. Acompanhei a luta de Néia Lima, para a implantação da linha, mas jamais vi a cara do tal vereador nessa luta. É como diz o ditado “filho feio, ninguém quer ser pai, mas quando o filho é bonito, todo mundo quer ser pai!”. Ô Néia, bota moral nisso!

Os Deputados estaduais estão com uma pulga atrás da orelha em relação aos constantes acidentes e falhas mecânicas ocorridas em veículos de passeio na Terceira Ponte.Pena que eles não atentaram para a tentativa de solucionar os constantes congestionamentos na Avenida Carioca e Rodovia do Sol, no horário da manhã, quando muitos vilavelhenses tentam atravessar a ponte para trabalhar em Vitória. È um caos!


Isto é incrível! Mesmo em época de eleição, ainda há gente que acredita em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa!